EM 2025/26, CONDESSA PRODUZ SÉRIE E LONGA
A produtora londrinense Condessa Filmes já iniciou a pesquisa de locações e elenco para os dois projetos audiovisuais, contemplados pela Lei Paulo Gustavo/PR. A série “Na Batalha” e o longa-metragem “O Silêncio das Flores”, serão filmados a partir de 2025 e devem envolver mais de 400 profissionais, além de mobilizar outros segmentos da economia. O primeiro projeto a ser filmado é a série “Na Batalha”, escrito pela roteirista e diretora da Condessa Filmes, Alessandra Pajolla. São 8 episódios de 30 minutos, que tem protagonismo preto e periférico. Tendo como universo as batalhas de rima, a série é uma trama de amadurecimento e conta a história da personagem Rosana, jovem dividida entre a música gospel e o rap. Já o longa-metragem “O Silêncio das Flores”, escrito por Alessandra Pajolla e a roteirista Renata Lago, tem como protagonista a advogada Amélia, especialista em defender mulheres que são vítimas de violência doméstica. O projeto obteve o segundo lugar no Prêmio Cabíria, em 2019, e deve ser rodado em outubro de 2025.
SÉRIE SOBRE HIP HOP É PROTAGONIZADA POR AYOMI DOMÊNICA E DIRIGIDA POR SABOTHATI
Jovem promessa da música gospel descobre que seu caminho é o rap e vai testar seus valores e fé, no furioso palco das batalhas de rima e na vida, até chegar ao topo do Hip Hop nacional. Esse é o tema da série de ficção Na Batalha, dirigida por abothati (“Cidade de Deus - A Luta Não Para”, da HBO/MAX e “Passinho Foda” da Neflix) e protagonizada pela premiada atriz Ayomi Domenica (“3%” da Netfix e longa-metragem “Levante”), filha do rapper Mano Brown. A série foi criada e escrita pela roteirista e produtora londrinense Alessandra Pajolla, da Condessa Filmes. Com 8 episódios de 30 minutos, a série Na Batalha é a maior produção audiovisual de Londrina, mobilizando cerca de 300 profissionais direta e indiretamente. As filmagens ocorrem em 2025, com uma equipe majoritariamente local e diversa. A cultura hip hop é muito forte na cidade e a intenção da diretora Sabothati é trazer uma linguagem documental para o universo ficcional na série. “Nosso desejo é retratar a potência da juventude periférica e a importância do protagonismo feminino”, diz Alessandra Pajolla.